Qui 7 Fev 2008
Texto da contracapa de Ventrue: Lords of the Damned
Publicado por Fábio Sooner sob Vampire: the Requiem
A pouco mais de um mês do lançamento do livro, finalmente a WW pôs o texto de contracapa do primeiro livro de clã na loja online deles. E, com isso, agora podemos ter uma idéia melhor do que cada livro de clã vai conter.
Eis o texto traduzido:
Lordes dos Amaldiçoados
Conheça o seu Superior
Os Ventrue - reis ancestrais e magnatas na crista da onda - têm uma reputação simples: eles vencem. Eles sempre vencem. Eles são conhecidos como Lordes, e por todo o Mundo das Trevas, onde que que você encontre vampiros, você encontrará Ventrue entre eles, dando as cartas no jogo.
Ventrue: Lordes dos Amaldiçoados inclui:
• Conheça a verdadeira e secreta história dos Ventrue - o clã que sempre vence.
• Esteja pronto para o retorno dos Malkavians [*]: vampiros conduzidos à loucura por uma praga sobrenatural.
• Veja como os Ventrue se parecem de perto, a partir de relatos escritos por Membros da Família ao redor do globo. Esta é uma rica, vívida e assustadora turnê pelo Mundo das Trevas, tanto para jogadores quanto para leitores.
• Novas Vantagens, linhagens, poderes de Disciplina, e segredos de clã que todo jogador de Vampiro: O Réquiem vai desejar ter.
[*] Sim, está escrito MalkAvian - pelo menos na postagem do fórum da WW. É bem mais provável que tenha sido um lapso: os MalkOvians, como descritos no livro básico, não têm uma explicação para serem como são, e provavelmente o livro de clã vai explorar isso com uma “praga sobrenatural” (o que, por sua vez, me cheira a algo que amarra com Requiem for Rome…)
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Fevereiro 7th, 2008 at 19:51
“Novas Vantagens, linhagens, poderes de Disciplina, e segredos de clã que todo jogador de Vampiro: O Réquiem vai desejar ter.”
Isso tá me cheirando ao estilo dos clanbooks antigos…
Fevereiro 7th, 2008 at 21:25
Gostei da parte “Veja como os Ventrue se parecem de perto, a partir de relatos escritos por Membros da Família ao redor do globo. Esta é uma rica, vívida e assustadora turnê pelo Mundo das Trevas, tanto para jogadores quanto para leitores.”
Ao que parece vai ser ficção mostrando como os ventrue agem, o que dá um toque muito mais interessante do que um rol de dicas em forma de tópicos.
Contudo, não gostei da parte “Novas Vantagens, linhagens, poderes de Disciplina, e segredos de clã que todo jogador de Vampiro: O Réquiem vai desejar ter” … humm, simplesmente não gostei.
Já existem demasiadas linhagens para todos os clãs, e eu não sou muito fã delas de qualquer modo.
“Poderes de Disciplina” não ficou bem claro: Serão novas Disciplinas, serão novas Devotions, ou alguma coisa nova, como poderes alternativos para alguns níveis das Disciplinas que os ventrue já possuem?
“…que todo jogador de Vampiro: O Réquiem vai desejar ter”. Foi só eu que senti o cheiro de $uplemento caça-níquel. Encher linguíça pra fazer 5 livros desnecessários ao invés de 1 só?
Fevereiro 8th, 2008 at 07:27
Pois é, também fiquei com medo. E como o Paulo, pra mim o que salva é a parte dos “relatos da Família”.
Mas ao mesmo tempo, juntando este pedaço com o outro (mais Vantagens, linhagens, poderes de Disciplina e segredos etc., que seria óbvio de se esperar), está na cara a função principal desses livros de clã: agradar a parcela da base de jogadores que aceitou o Réquiem, mas ainda o acha meio… “seco” se comparado com a Máscara.
Vocês sabem, o pessoal que sente falta de personagens recorrentes (os “signature characters”), de tramas que você lê em um livro e depois acha uma referência possível em outro, de mais texto em primeira pessoa (do ponto de vista da personagem) etc.
Agora é esperar pra ver a execução. Se serve de consolo, os dois livros de Roma foram pensados para suprir esse público também. E, no final das contas, os “novos rituais de magia de sangue” não ocuparam mais que duas páginas em cada livro; os novos sistemas incluíram coisas como o de debate (que é, essencialmente, um sistema de “combate social” quase tão completo, detalhado e cheio de permutações quanto o de combate físico!); e tudo que poderia ser classificado como “segredos que todo jogador vai querer saber” ficou muito bem-cuidado, sem aquela cara de “cânone” e com muitas opções. Ainda não existe “a verdade sobre o fim dos Julii”, por exemplo. É torcer para que os livros de clã sigam a mesma linha e esse textos seja apenas o marketing usual para atrair fãs de Máscara ainda relutantes.
Sobre os “poderes de Disciplina”, no original constava só isso, “Discipline powers”. Espero que seja um termo genérico para “Disciplinas de linhagens” e “Devotions” - ambos são “Discipline powers”. Se forem poderes alternativos para as Disciplinas comuns, eu mando 500 cartas e posto 500 vezes no fórum enchendo o saco e xingando até a mãe. Pô, com a possibilidade de Devotions, pra quê fazer isso? Só pra criar mais uma avenida pra jogador pró-bolinha encher o saco do Narrador?
Fevereiro 8th, 2008 at 08:43
[…] A descrição da contra-capa do Ventrue: Lords of the Damned, o primeiro dos Clabooks do Requiem, no WoDBrasil Scoop. […]
Fevereiro 8th, 2008 at 10:53
Confirmado pelo Wood Ingham: é MalkAvian mesmo, com “a”.
Falta saber se é a mesma linhagem do livro básico (afinal, o Lancea Sanctum teve seu nome “corrigido” para Lancea et Sanctum no Requiem for Rome) ou se deu a louca no pessoal.
Não é possível que eles tenham resolvido criar uma nova linhagem pra agradar fãs dos antigos Malkavians e usar o mesmo nome.
… ou é? *medo*
Fevereiro 8th, 2008 at 12:10
Sempre gostei dos clanbooks, mesmo os da terceira edição, nao sei pq o pessoal está receoso com os novos clan books, especialmente pela maleabilidade do novo sistema…
O que eu quero ver mesmo sao as linhagens menos aberrativas do que apareceram até agora…
Fevereiro 8th, 2008 at 12:43
Eu também gosto dos Revisados (3ª Edição), enquanto acho os anteriores muito meia-boca e pouco úteis para o jogo em si - são, no máximo, uma boa leitura, e mesmo assim não em todos os casos (o dos Ventrue era sofrível, com aquela idéia besta dos Mestres Secretos, típica de filme de super-herói).
O que eu acho que pega com clan books é o seguinte: esse livros acabam enfatizando demais o papel do clã, que no final das contas não deveria informar tanto quem um personagem é, e servem de munição para personagens estereotipados (”nãaao, tu não pode fazer um advogado Gangrel porque não faz sentido, advogado tem que ser Ventrue!”
), mesmo que os autores façam o possível para não sugerir isso.
Sobre as linhagens, eu torço para elas sigam o padrão que tem sido estabelecido até agora: conceitos bem bizarros, fraquezas pesadas ou múltiplas, Disciplinas únicas (quando aparecem, o que não é sempre) bem específicas e de uso restrito (nada que faça o jogador pensar “ohhh, eu vou jogar com esta linhagem só porque causa da Disciplina Fodona Esquisita X!”) e uma história ligada a um fato ou local que não sugere presença global daquela linhagem nem que a linhagem seja universal/obrigatória em uma crônica só porque saiu no livro Y.
Há exceções, claro, mas no geral as linhagens que saíram até agora são assim.
Fevereiro 8th, 2008 at 14:13
Eu não sou muito fã de linhagens, mas tenho q concordar com o que o Fábio disse, espero q elas sejam:
“conceitos bem bizarros, fraquezas pesadas ou múltiplas, Disciplinas únicas bem específicas e de uso restrito (nada que faça o jogador pensar “ohhh, eu vou jogar com esta linhagem só porque causa da Disciplina Fodona Esquisita X!”) e uma história ligada a um fato ou local que não sugere presença global daquela linhagem nem que a linhagem seja universal/obrigatória em uma crônica só porque saiu no livro Y”.
Assim poucos jogadores vão querer pegá-las e eu não vou ter q ficar dando um monte de negativas. “Não tem nenhum membro da linhagem X num raio de 3 mil Kms”. Resolvido =D.
Fevereiro 8th, 2008 at 16:54
Pois é. Esse fator sozinho - falta de estímulo ao jogador pra que pegue linhagem “só por pegar”, em vez de ser porque ele tem um conceito de personagem que “pede” uma linhagem - me fez, com o tempo, gostar das linhagens e como elas funcionam em Réquiem.
Nos primeiros meses/anos, linhagens não existiam no meu WoD - até para que os jogadores se acostumassem com os cinco clãs como imaginados, que são bem diferentes em escopo do que um clã costumava ser em Máscara. Eu queria reforçar essa diferença no conceito de clã, e as linhagens me soavam como distração desnecessária.
Agora, três anos e meio depois, com jogadores já acostumados, e três livros de linhagens inteiros que não introduziram uma linhagem sequer que fizessem-nos babar e pedir pra jogar aquela linhagem toda hora (como acontecia com todo grupo de Sabá que jogava - sempre tinha alguém chorando pra jogar de Blood Brothers ou Harbinger of Skulls, apesar dos avisos no Guia do Sabá), eu tenho que tirar o chapéu pra WW e a forma como ela “setou” as linhagens.
Não duvido que esse padrão vá continuar - pô, são mais de 50 linhagens em vários livros e ele se mantém. Porque iria mudar agora?
Fevereiro 15th, 2008 at 02:25
Engraçado, taí algo que eu não entendo, os citados Precursores e Irmãos de Sangue são, IMHO, bem inferiores em conceito a muitas das linhagens do Réquiem, e me fazem “babar” muito menos de vontade de jogar.
Nem pelos poderes eram algo que dava vontade… Sanguinus só funcionava se todos fossem Blood Brothers, e na maioria dos casos o jogador queira jogar num pack normal com a linhagem - e o Mortuus Path dos Harbingers era só a absorção da Disciplina Mortis pela Necromancia, não tinha quase nada de novo ali. Se fosse pra jogar usando Mortis, fizesse como eu fiz num live, jogando com um Giovanni Premascino.
Talvez seja justamente por causa dos avisos. Todo mundo adora desafiar o proibido ou não-recomendado.
Engraçado como no mesmo lugar (nos comments aqui) há gente tanto torcendo o nariz quando louvando a “bizarrice” das linhagens do Réquiem!
Eu por mim gosto de conceitos bizarros. Considerem ainda que as linhagens devem ser conceitos específicos, e conceitos bizarros muito provavelmente serão específicos…
Fevereiro 15th, 2008 at 05:29
O último grupo de Máscara que tive só queria jogar de Sabá, e eles vieram com uma solução preparada pro problema do Círculo - três dos cinco iriam jogar como Irmãos de Sangue e ainda queriam que eu fizesse um NPC. Na época, achei que ia ser uma experiência interessante, até porque eles se comprometeram a interpretar o fato dos Irmãos de Sangue serem mais uma ferramenta do que qualquer outra coisa. Na prática, só um se preocupou com isso constantemente.
No caso dos Precursores, eu sempre senti que o lance era ter a maior “vantagem” de ser Giovanni - acesso à Necromancia (isso já na edição Revisada, sem Mortuus) - sem ser Giovanni e em uma posição com carta branca para odiar Giovanni e caçá-los.
Fevereiro 16th, 2008 at 02:52
Mas vc não concorda que Necromancia era uma Disciplina meio prostitúida? Os Samedi na segunda edição tinham-na; até os Kyasid na 2a., também, junto com Mytherceria e Tenebrosidade, que loucura, três Disciplinas únicas no mesmo saco de sangue.
Mesmo no 3a, esses dois perderam a Necromancia, mas tínhamos Nagaraja e os Precursores com Necromancia.
A própria Necromancia carecia de algumas explicações… se as regras falam da aquisição de até 3 linhas necromânticas, mas logo depois eu acho Mortuus, Vitrean, Cenotaph, etc., como fica? Um personagem poderia ter mais de três linhas? Jà vi muito NPC na Màscara quebrando aquela progressão de segunda linha em Necro 3 e a terceira em Necro 5. Eu particularmente ruleava que a cada círculo acima de 5, dava pra aprender outra linha além das três. Cheguei a criar uma linha para mim, a Linha dos Vermes, e quando comecei a jogar Réquiem praticamente enxerguei toda a idéia dessa linha na Essentiaphagia dos Dragolescu - poligênese literária, mesmo…
De qualquer forma, fã dos Giovanni como eu fosse, meu pensamento é que dar um conceito tão abrangente como Necromancia só para uma família italiana me pareceu tolice. Ainda bem que no clanbook apareciam diversas famílias menores anexadas, mas isso n suprimia o mal totalmente. Eu usava e abusava dessas famílias: nas minhas mesas, sempre haviam Pisanob e Ghiberti nas terras brasileiras, e só Giovanni puro-sangue no sul-sudeste.
Fevereiro 16th, 2008 at 14:42
Sim, claro. Necromancia e Taumaturgia foram duas Disciplinas que, por seu caráter mais ritualístico, com N poderes, se tornaram tão úteis e vantajosas que a partir de algum ponto (entre a 2ª Edição e a Edição Revisada) eles começaram a “dar” essas Disciplinas pra mais clãs e linhagens. De repente, os Setitas, Assamitas e Tzimisce (no mínimo) sabiam uma forma própria de Taumaturgia, e linhagens foram criadas com Necromancia, todas descendentes dos Giovanni (ou precursoras) de alguma forma…
Isso foi um exemplo básico de uso de metaplot para “corrigir” escolhas de design ao longo do jogo, e um dos motivos pelos quais começar do zero de novo foi tão bom - deu pra “corrigir” de vez coisas que só daria pra “corrigir” assim, como deixar rituais de sangue nas mãos de covenants (e, portanto, acessíveis a qualquer vampiro que se disponha a se dedicar a elas) do que uma característica de clã.
Fevereiro 17th, 2008 at 22:17
Isso leva a um ponto que gera dúvidas para mim no nWoD:
No livro básico de Réquiem, é justamente dito, por estas razões que você enunciou em seu último parágrafo, que nenhuma das duas Disciplinas rituais nem Coils seriam passíveis de serem adotados como Disciplinas de uma linhagem.
Inicialmente isso me levou a pensar que seria porque, os Coils sendo uma pseudo-disciplina, estaria auto-explicado, e a magia do sangue é algo tão distanciado do funcionamento próprio de uma Disciplina que é impossível mesmo.
Mas aí vem o Bloodlines: the Hidden e não contraria literalmente essa regra, mas traz os Arquietos do Monólito (Architects of the Monolith) com a Gilded Cage, magia ritualista. Mas não era nem Feitiçlaria Tebana nem Crúac como proibía a regra citada acima. E aí? Então era só pq as coalizões tem copyright das Disciplinas?
Depois dessa, eu pensei que apareceriam outras, mas não sei se eles se tocaram disso. Eu ficou pensando bastante nese assunto ao mestrar, e só deixo os Arquitetos na minha mesa porque pessoalmente gosto muito do conceito deles. Só por isso. E tem tanto personagem jogador quanto NPC deles na minha mesa, portanto pra mim essa questão é algo importante…
Pensem também que os Arquitetos pagam mais barato para desenvolver a Gaiola Dourada, do que um Acólito desenvolvendo Crúac ou um Santificado com sua Feitiçaria Tebana.
E até agora eu estou encucado de como descrever verbalmente a execução de um ritual de Gaiola Dourada, mas essa é outra questão. Como outra seria como os Arquitetos criam rituais, já que é tão difícil fazer isso com Crúac e Tebana (vide os livros das coalizões).
Fevereiro 18th, 2008 at 14:15
No Réquiem (e no novo WoD em geral), não se tem a compulsão de jogar uma boa idéia fora só porque ela ‘quebra’ uma expectativa menor anunciada no livro básico. Os Arquitetos são um bom exemplo, mas não o único: também se diz que toda linhagem tem UM clã-pai, mas na prática, saíram umas duas ou três linhagens que podem ser ‘acessadas’ por membros de dois clãs diferentes, e pelo menos outras duas que podem ser ‘ativada’ por um membro de qualquer clã (uma eu lembro qual é - os Therion, do livro Belial’s Brood. Aliás, a Disciplina deles, Choronzon, é semi-ritualística, no sentido que não existem poderes por nível, mas estes são rituais de covey/bando que o Therion tem que encenar e dão benefícios maiores à medida que o Therion tem mais círculos em Choronzon).
A idéia era justamente essa, de quebrar expectativas - e mostrar que regras relativamente menores (não é como se eles estivessem suprimindo todas as regras de, digamos, Frenesi ou Humanidade, que são centrais pros temas do jogo) não podem ficar no caminho de uma boa história. Também serve pra surpreender jogadores e demonstrar que o Vitae, como algo místico e não-científico, não se presta a categorizações muito fechadas.
Isso tudo dito, na época do concurso The Chosen, teve quem perguntasse se poderia criar uma Disciplina pra linhagem que escolheu na mesma linha de Gilded Cage - isto é, rituais de magia do sangue. (eu aposto que estavam pensando nos Sangiovanni e em recriar Necromancia). A resposta do desenvolvedor à época, Will Hindmarch, foi algo do tipo “por favor, não faça isso - nós mesmos já quebramos a regra uma vez por um bom motivo, não precisa fazer de novo”.
Como os Arquitetos estão em um livro que foi desenvolvido ainda pelo Justin Achilli, em parceria com o Ken Cliffe (veterano do antigo WoD), acho que a reação do Will e a falta de mais linhagens assim se explicam.
Fevereiro 19th, 2008 at 14:50
Ahhhhhn, percebo agora, com a lembrança Justin/Will. É que realmente o custo menor em experiência me preocupa um pouquinho.
E eu estou começando a fazer alguma pesquisa sobre arquitetura sagrada, maçonaria, para tentar descobrir como poderia ser o processo de criação de rituais e de aprendizado… já que eu vou ter que colocar isto em jogo. Claro que, eu poderia ignorar isto, mas além de dar mais clima, seria para equiparar com quem usa Crúac e Tebana. E tem um Acólito na mesa também, e se eu vou usar as regras do livro do CoC com ele, seria adequado desenvolver regras similares pra Gaiola Dourada.
Por sinal, se alguém tiver alguma idéia, me fale.
Fevereiro 19th, 2008 at 15:04
O custo de experiência é fácil de resolver: é so igualar com o custo de se aprender Crúac/Feitiçaria Tebana. Se um jogador reclamar que assim a linhagem fica em desvantagem em relação a outras (afinal, outras aprendem uma quarta Disciplina com custos de ‘in-clan’), basta apontar que as outras linhagens não dão acesso a mais de um poder por nível. Fica difícil argumentar contra isso
O resto é mais complicado. Eu não entendo quase nada de como a Maçonaria funciona, mas a palavra de ordem aqui seria Geomancia. Mago tem alguma coisa nesse sentido, mas em geral são Vantagens que um personagem pode ter e pouco material prático sobre a geomancia em si (como os rituais são criados, quais os componentes/práticas comuns etc.).
Isso aqui parece interessante, mas não tem versão em português (só em espanhol):
http://en.wikipedia.org/wiki/Ley_line
(aliás, ley lines são um conceito de Mago, também).
Fevereiro 20th, 2008 at 00:34
Obrigadão, vou dar uma espiada. O conceito de ley line (repetido várias vezes no texto dos Arquitetos) é bem conhecido meu, embora não a especificidade em Mago… vou checar. Valeu.
Fevereiro 20th, 2008 at 17:47
Que vocês acharam do teaser dos Ventrue? Eu achei maravilhoso. Já vou incorporar os conceitos que vi lá, especialmente a noção colonialista.