Qui 3 Abr 2008
A Jornada de Fall of the Camarilla dos EUA até minha casa
Publicado por Fábio Sooner sob Vampire: the Requiem , Mage: the Awakening , Fora deste Blog
(Mais uma daquelas postagens meio casuais, mas que espero que sirva de alguma coisa para o leitor interessado em escapar de certas armadilhas brazucas…)
Estou olhando agora para a caixa que acabou de chegar aqui no trabalho, com o livro Mysterium (Mage: the Awakening). Ontem, ao chegar em casa, estava me esperando o livro Fall of the Camarilla (Vampiro: o Réquiem). Tá, e o que isso tem de mais, além de eu estar feliz? Simples - não estou feliz porque estes chegaram, mas pelo fim do rolo que o último deu, e pela solução que o primeiro representou.
Vamos explicar isso melhor: como os mais fanáticos por Réquiem devem lembrar, os dois livros de Roma, em algum ponto, estavam programados para sair no dia 21 de Novembro do ano passado (se não me falha a memória). Neste dia, entrei no site da Amazon e fiz o pedido dos dois. Como ainda era de manhã cedo, o sistema registrou o pedido como pre-order (ou seja, antes dos livros realmente terem sido lançados) - o que dá 5% a mais de desconto, além dos cerca de 30% padrão da Amazon na maioria destes livros. Uau!, me dei bem?
Que nada: Fall of the Camarilla não iria sair naquela data. Tudo bem, já desconfiava mesmo - Requiem for Rome fora adiado pro tal dia 21, fazia sentido que Fall também fosse adiado para mais tarde. Só que aí começou uma série de dores de cabeça e azares, não por culpa da Amazon, mas do acaso.
Em primeiro lugar, descobri, da pior maneira, uma coisa que a princípio é muito boa: a Amazon só cobra o pedido no seu cartão quando o livro é efetivamente enviado. Bastante honesto da parte deles, já que cobrar antes significa ganhar rendimentos sobre o dinheiro às custas do cliente. O problema é que, no caso de Fall…, o livro só saiu lá pelo dia 24 de janeiro - dois meses depois. A esta altura, tinha esquecido do livro, achando que ele já tinha sido cobrado e seria mandado nesta data. Não foi. Porquê? Porque nesta data, quando a Amazon foi cobrar o livro, meu cartão já estava “usado” até o limite…
Vivendo e aprendendo: tive que esperar o cartão “virar”, em fevereiro, e pedir o livro de novo. Até aí, tudo bem. Usava sempre o envio mais barato, cujo tempo médio de entrega era, na época, algo em torno de 10 a 15 dias corridos. Só que este levou 3 semanas (21 dias corridos), sem que eu soubesse o porquê (até então - mais abaixo). Felicíssimo quando finalmente chegou, o pus na mochila para ler no caminho para o trabalho e quando desse. E qual não foi minha surpresa quando, na manhã do dia seguinte, em plena viagem de ônibus e resistindo ao sono graças ao belo texto do livro, percebo que… Da página 32 ele pulava para a 65.
Pensei que pudessem estar simplesmente trocadas de ordem, o que já tinha visto uma ou duas vezes na vida… Mas não, estavam faltando mesmo. Um caderno inteiro de 32 páginas, faltando. E justamente no meio dos personagens de apoio (que serão usados ao longo da crônica) e cobrindo o começo da crônica em si!
Entrei em contato com a Amazon, e eles se prontificaram a enviar uma cópia nova imediatamente (o que foi feito em cerca de 24 horas, o tempo de receber o e-mail e processar o envio). Eu tenho que enviar o livro defeituoso de volta, mas a Amazon ressarcirá o custo de envio, assim como já ressarciu o custo da nova cópia. Agora era só esperar.
E aí, descobri, em conversa com o pessoal da Moonshadows, o que já desconfiava estar acontecendo pela demora de outros pacotes em chegar: a Receita Federal estava novamente em greve. Tudo bem, os livros são isentos… Mas mesmo assim os pacotes passam pela Receita antes.
Isso tudo atrasou as coisas mais ainda e, justo esta semana, logo após os Correios TAMBÉM anunciarem uma greve (a gente MERECE, né?), a nova cópia do livro chegou. Inteirinha. Sem brincadeira, conferi página a página, devagarinho, antes de começar a ler de novo. Coisa que, aliás, estou fazendo com todo livro que chega agora.
Tá, e o que o Mysterium tem a ver com isso?
Simples: ao descobrir que a Receita (e agora os Correios) continuavam a fazer fora da privada, resolvi pesquisar um pouquinho como andavam as coisas nos modos de envio da Amazon e afins. A descoberta ruim é que eles já mudaram as estimativas de envio para a América Lat(r)ina, jogando-as para cima - o envio Standard agora prevê 13 a 21 dias ÚTEIS para entrega. Já a descoberta positiva foi o seguinte: com o dólar baixo, agora compensa até mesmo fazer encomendas com envio Priority (Prioridade) - ou seja, encomenda expressa. No caso, DHL.
Fiz o último pedido de livros há poucos dias. O envio Priority me custou US$ 23 a mais do que o normal, mas o prazo de entrega previsto é de 2 a 6 dias úteis (o que, aqui pra São Paulo, deu exatos 3 dias nas duas remessas). O total deu algo em torno de R$190, ou cerca de R$63,3 por livro - um pouco menos do que o mínimo que já consegui pagar por um livro de WoD em loja brasileira (a saber, cerca de R$ 65 na Moonshadows por um livro dos mais finos). Isso incluindo um livro maior como o Mysterium (224 páginas, preço original US$ 31.99) no meio. Tudo isso graças aos descontões da Amazon.
E entrega em 3 dias, com registro, e você pode acompanhar cada etapa do percurso da encomenda no site da Amazon. O fato é que, com empresas de entrega expressa como a DHL ou a FedEx, a Receita tem que dar prioridade - ou essas empresas não cumprem os prazos e caem matando em cima.
Acho que agora só vou usar Priority, por mais que me doa saber que estou, basicamente, gastando o valor de um livro a mais a cada três ou quatro livros que pedir por este método, e tudo isso por causa da incompetência governamental brazuca. Mas como já dizia aquela propaganda…
Três livros de World of Darkness: US$ 59
Pagar para receber em 3 dias úteis em vez de 3 a 4 semanas corridas: US$ 23 extras
Passar imediatamente pela Receita Federal e não chegar nem PERTO dos Correios: NÃO TEM PREÇO.
Tem coisas que
(BUM!)
Só a DHL faz por você.
Juntem-se à campanha: BANANA PRA RECEITA, DEDADA PROS CORREIOS!
Também conhecida como
O MEU DINHEIRO, NUNCA MAIS VOCÊS VERÃO!
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Abril 3rd, 2008 at 17:23
Lamentável. Boa sorte nas próximas compras.
Eu adoro o Brasil, mesmo tendo todos os seus problemas e etc, mas isso avacalha qualquer patriotismo, que chego a pensar, se amo o Brasil por que não tem furacões e desastres naturais e etc, ou se amo mesmo. É um saco. Tudo aqui é mais complicado.
Repito: Boa sorte nas próximas compras.
Abril 3rd, 2008 at 17:55
Pois é, eu te entendo.
Tem gente que acha que eu odeio o Brasil. Cara, muito pelo contrário. O que só joga pimenta quando a gente vê coisas simples serem cagadas deste jeito.
O que falta é paciência - e, no meu caso, acho que a minha mentalidade já meio que se “descolou” da do brasileiro médio. A reação de muitos seria ou de ir na Receita e “causar”, ou de “deixar pra lá”, que “importar é arriscado mesmo”. Como essas duas idéias pra mim são simplesmente *alienígenas*, me sinto um peixe fora d’água.
É por isso que estou juntando $$$ e me preparando pra ir embora daqui assim que der. E legalmente, buscando emprego e visto, bonitinho. Porque ir pra lavar privada e fugir da imigração também não dá, seria um retrocesso. Quero ir pra deixar marca.
Abril 3rd, 2008 at 21:03
É eu também estou no mesmo processo que você Fábio (em relação a ir morar lá fora).
Sobre sua trajetória, me ocorreu algo semelhante recentemente. Eu peço livros mensalmente na amazon, e em fevereiro fiz uma compra um pouco maior pois precisva de alguns livros para escrever um artigo. No fim o prazo passou, e eles optaram por me reembolsar e depois cobrar novamente quando fossem me enviar(procedimento padrão quando atrasa, eles dão um refund e fazem um novo pedido, e geralmente numa velocidade mais rápida). O mesmo problema ocorreu comigo, meu cartão estava lotado e eles não poderiam mais me enviar os livros, tendo que esperar até o vencimento do cartão em meados de março. Desisti do segundo pedido e escrevi o artigo com alguns livros emprestados do meu orientador. Cerca de duas semanas atrás os livros finalmente chegaram, quase um mês e meio depois do pedido. A Amazon (como já havia feito antes) falou que eu não precisava devolve-los pelo problema que eles causaram. E foi isso, ganhei uns cinco ou seis livros de graça por causa dessa história.
Esse mês eu estou com um receio, pois fiz novamente uma compra bem grande (de rpg estão vindo o Banishers e o escudo do Promethean, fora dois TPBs do Alan Moore e três livros acdemicos) e sabe-se lá quando estes vão chegar…. Me foram enviados no dia 15 de março.
Soliedariedades de um igual consumidor voraz daquela livraria (que vende livro muito mais barato do que os que são publicados aqui)!
Ah e Fábio, acho que eu fui um pouco drástico, porém não quis lhe ofender quanto ao artigo dos fenícios no fórum da WW.
Abril 3rd, 2008 at 21:57
“É por isso que estou juntando $$$ e me preparando pra ir embora daqui assim que der. E legalmente, buscando emprego e visto, bonitinho. Porque ir pra lavar privada e fugir da imigração também não dá, seria um retrocesso. Quero ir pra deixar marca.”
Ei! Qual o problema de ser imigrante ilegal??? rsrs
Situação é séria pra quem tá no meu lugar… Estar fora do Brasil, não me torna menos patriota, Adoro o Brasil, minha terra, minha pátria… Só odeio o “jeito brasileiro”.
Apoiado na ideia, Sooner…
Lobo (de Portugal, porém não lava privada =] )
Abril 4th, 2008 at 07:51
Pro Lobo: Hahaha, nada contra imigrante ilegal, não. É só que pra passar “perrengue”, como a gente dizia lá no Rio, eu prefiro continuar passando aqui. Eu sei que tem gente no exterior que está ilegal e está sossegada… Mas com todo esse sentimento anti-imigrante que ronda certas partes dos EUA e da Europa, eu acho que prefiro tentar fazer as coisas na legalidade, mesmo que demore mais e dê mais dor de cabeça. Até pra evitar dores de cabeça posteriores que podem advir da ilegalidade.
Pro Felipe: Cara, nem vi a resposta. Estou atarantado com traduções por fora, e estou olhando lá muito de passagem estes dias. Mas já imagino que seja contestando o artigo, e eu digo que não duvido de nada - não chequei a fonte, nem sou historiador, então imagino que aquilo pode ter ir do raozável ao totalmente insano em termos de precisão. Em outras palavras, não me responsabilizo por nada do conteúdo daquele negócio
Abril 4th, 2008 at 14:28
Pelo que entendi pelas minhas recentes compras na Amazon o problema foi entre Dezembro e começo de Fevereiro. Todos os itens que eu pedi depois de 20 de Fevereiro chegaram normalmente (4 livros, sendo 3 em datas diferentes). Mas os fiscais entraram em greve novamente no dia 20 de Março, o que pode complicar as coisas novamente. O último livro que recebi eu pedi no dia 5 de Março e recebi no dia 21 de Março.
FUI!!
Abril 4th, 2008 at 21:11
Fala Tschope,
É provável que tenha sido mais ou menos assim, mesmo. Meu Requiem for Rome partiu dia 21 de Novembro e chegou aqui, se não me engano, lá pro dia 4 ou 5 de Dezembro (cerca de 15 dias). O pedido seguinte, a primeira cópia de Fall…, saiu em 21 de Fevereiro e demorou mais de 21 dias pra chegar - mas também a estimativa da Amazon pro envio Standard já tinha aumentado mesmo. O envio seguinte, com dois suplementos de Changeling, foi o que demorou mais - estourou o prazo da própria Amazon (21 dias ÚTEIS) em uns 3 dias. Ou seja, demorou quase 1 mês. E a segunda cópia de Fall…, que saiu lá pro dia 15 de Março, chegou agora, dia 2, um prazo mais normal.
Ainda assim, MANDAR A RECEITA LIBERAR LOGO E PASSAR LONGE DOS CORREIOS: NÃO TEM PREÇO.
Abril 8th, 2008 at 10:29
A greve dos funcionários públicos é válida, estão em seu direito constitucional. Eu, particularmente, acredito que o pessoal da receita federal está querendo um pouco demais, já que os salários deles não são nada modestos, mas quanto aos Correios? Vocês tem ideia de quanto recebe um carteiro? É pouco. A greve deles tem meu apoio e, mesmo em greve ainda trabalha bastante, conheço o processo deles. Ah, não sou funcionário público nem tenho parentes nos correios.
E tipo, dar mais dinheiro para os americanos, não obrigado. Envios padrão, mesmo que demorem, são minha opção.
Entretanto, é sempre chato essa situação que ocorreu contigo. Me lembro de uma compra que fiz na Amazon, demorou dois meses e meio, contudo os livros chegaram sãos e salvos
Sou da campanha: valorize o funcionário que bem trabalha.
Atenciosamente,
Fabio L. Ribeiro
Brasília - DF
Abril 9th, 2008 at 11:32
“Sou da campanha: valorize o funcionário que bem trabalha.”
Eu também, e por isso agora estou dando meu dinheiro pra DHL. Não por serem americanos, mas porque funciona (inclusive na perna brasileira da viagem, ou seja, tem brasileiro no meio também), enquanto os Correios não funcionaram. É simples assim.
Eu estou chegando em um momento da vida em que o idealismo de quanto tinha 25 anos não me serve mais. A vida é triste, feia e injusta, e eu sei o quão mal um carteiro ganha (R$ 600 e poucos benefícios como salário inicial, de acordo com o último concurso pros Correios que vi). O problema é que, justificativas existindo ou não, pacotes somem, atrasam, e tudo o mais. Não vou usar envios padrão para “apoiar” os Correios e ver se com meu “apoio” eles melhoram - não é assim que a coisa funciona.
Essa, inclusive, é uma cultura que temos aqui que acho muito enganosa: a idéia de que temos que “apoiar a cena”, “apoiar a loja e o cara legal que tem lá”. Não, não, não. Isso gera acomodação, estabiliza as coisas em uma zona de conforto que não dá. Nós sofremos um monte com o modelo social que vivemos (capitalista) - tudo é função do dinheiro. Como consumidores, é nosso papel “votar com nosso dólar”, como dizem os americanos. Se não está funcionando, vai ficar sem o meu dinheiro, para ver se acorda e passa a funcionar. Isso é capitalismo - se quer as benesses dele, tem que aguentar as pressões que o sistema traz, também. Não pode querer a faca e o queijo na mão e ainda querer que alguém corte o queijo pra você.
Em outras palavras, se em última instância a culpa do governo, da gestão dos Correios ou dos coitados dos funcionários que ganham mal, não me interessa como cidadão - posso ter empatia como pessoa, mas como cidadão, não posso compactuar. O que me interessa é ter o serviço público - pago com meu dinheiro - funcionando. Inclusive, por isso eu sou contra direito de greve para serviços públicos, e não vejo a hora de ver o projeto que regula isso ser aprovado - deve haver outra maneira que não envolva diretamente uma terceira parte, o cidadão, que nada tem a ver com a história.
A Receita nem se comenta, porque é serviço mais básico ainda - os caras não teriam direito de fazer isso nem se ganhassem R$ 1 por mês, quanto mais a BABA que eles ganham (sem contar o “por-fora”, que é praxe). Tem indústria inteira que pára de funcionar por falta de entrada de insumos necessários, por exemplo. Esses caras geram um prejuízo à economia brasileira altíssimo, fora o de imagem.
Sim, de imagem - isso é sério, porque gera desconfiança internacional. Não é exagero da minha parte, não. Por exemplo, a Amazon não envia mais brinquedos e afins pra América Latina. Porque? Por causa do “customs” (a alfândega). O serviço postal australiano só aceita envios pro Brasil se estes forem segurados e com número de registro - isso é política interna deles há cerca de dois ou três anos (ou pelo menos foi quando jogadores australianos de VTES me contaram do fato). Um número crescente de vendedores do eBay e lojas associadas da Amazon não enviam mais pra América Latina, assim como um famoso vendedor online do VTES. Tudo por conta de prejuízos causados por greves da alfândega e extravios dos Correios.
Não dá. Sinto muito. Eu apoiaria que os funcionários ocupassem a presidência dos Correios ou o ministério associado e botassem tudo abaixo, ou qualquer coisa do gênero. Mas deixem os usuários (e a produção, a economia e a imagem) do Brasil fora disso.
Abril 10th, 2008 at 09:40
Nota: a DHL é alemã!!
Abril 10th, 2008 at 14:28
*Beep* Sim, falha nossa. Estava pensando em americanos porque foram citados e porque a última encomenda que pedi veio dos EUA pela filial americana da DHL.
Julho 11th, 2008 at 09:59
[…] No EIRPG, fim de semana passado, foi lançado o livro Lobisomem: os Destituídos. Tive a chance de dar uma olhada nele e me pareceu de ótima qualidade, comparável à do livro importado. Infelizmente, parece que houve pelo menos uma cópia com os cadernos trocados, muito parecido com o que aconteceu comigo há uns tempos com Fall of the Camarilla (história contada neste post). Mais infelizmente ainda, alguém se deu ao trabalho de filmar o acontecido e tirar um sarro - sem querer ou não, deixando a impressão errônea de que isto aconteceu com toda a tiragem. […]
Julho 24th, 2008 at 11:19
Olá colega, li a respeito de sua compra pelo prioritário (DHL).
Eles não lhe cobraram uma taxa adicional no momento da entrega ?
Somente uma dúvida…
abraço e até mais.
Julho 24th, 2008 at 18:03
Olá Rodrigo,
Não cobraram, mas também só pedi livros, que são isentos de imposto. Se você pediu qualquer coisa junto que incida imposto (CDs, DVDs, brinquedos, cartas etc.), pedir via Priority/DHL garante que o pedido irá parar na alfândega: a própria DHL procura a Receita para agilizar a tarifação e, assim, garantir a entrega no prazo estimado. Eles chegam a pagar pra Receita eles mesmos, e por isso cobram o imposto no momento da entrega.
Isso vale pra qualquer compra no exterior que tu fizer e solicitar a entrega por envio expresso via FEDEX, DHL, e afins. É procedimento das entregadoras - se elas não fizessem isso, o pacote nunca chegaria dentro do prazo.