Qua 18 Jun 2008

Curioso; “promethean” foi a Palavra do Dia em 26 de outubro de 2000 no serviço online dictionary.com.
E já de cara, um dia inteiro de pesquisa em torno de um único termo (não, não é “promethean”) e uma solução que pode surpreender alguns. Por isso mesmo, uma justificativa já está pronta e digitada caso solicitem. É só dar copy-paste quando necessário (ou seja, só quando o material sair, pessoal - não adianta insistir ;D)
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Junho 18th, 2008 at 21:46
Uhmmm…acho que tem algum sentido secreto nisso tudo…=D
só pra saber, qual será a tradução que irá usar para Promethean?
Junho 18th, 2008 at 23:15
Isso é crueldade pô
Junho 18th, 2008 at 23:35
não vai ser promethean =o
medo, medo, medo…
Junho 18th, 2008 at 23:38
feliz por poder ter a chance de por a mão num promethean nacional algum dia…
mas quero mesmo é mage >___
Junho 19th, 2008 at 06:35
Wathas, não vou ficar adiantando coisas aqui, a princípio. Mas em “promethean” eu não inventei moda.
Cauê, só pra deixar uma coisa clara… Eu soube que *com certeza* o jogo X de Mundo das Trevas vai sair no ano que vem. Como já sabemos que saiu WoD básico e Vampiro, e que Lobisomem e Mago saem ainda este ano, só sobram dois. O fato de eu estar traduzindo o quickstart de um não está relacionado a isso, necessariamente. Da mesma maneira, o fato de ser um não significa que o outro não irá sair.
Esclarecido agora?
Junho 19th, 2008 at 08:11
hunter/inocent/changeling?
qual tá fora??
Já q naum chuto direito, vou querer indiretas
A proposito, vc faz isso só pra sacanear? o_0
To mais curioso do q no dia em q lançaram VTR XD~~
Junho 19th, 2008 at 13:13
Vamos pôr isso da seguinte maneira: ninguém iria garantir o lançamento de um jogo que ainda não saiu.
E eu não faço pra sacanear, não. É só que é divertido. Sempre quis saber como é estar na pele dos autores quando as especulações sobre um novo jogo começam nos fóruns e eles não podem dizer nada diretamente por causa das NDAs.
Ao mesmo tempo é frustrante, porque a coisa está fresquinha na sua cabeça e tu não pode falar abertamente. E olha que no meu caso se trata apenas de mera tradução de termos - imagino o desespero dos autores quando alguém lê uma prévia de Hunter e conclui exatamente o contrário do que aquela mecânica/organização representa no jogo, ou algo assim.
Junho 19th, 2008 at 13:17
“E eu não faço pra sacanear, não. É só que é divertido.”
Okay, isso parece piada do tipo humor negro, mas tá blz…
Hum, então Hunter tá fora… Innocent eu duvido q a Devir fosse querer algo assim se tem coisas mais “a espera”… Então é Changelings ^^
Ou então eu naum sei
Junho 19th, 2008 at 14:20
eu sei que vai sair eu so to com muita vontade de ter meu mage em mãos =P
ano que vem promete /o/
rumores de scion, vc trabalhando no quick start do promethean, vou ter de arranjar um emprego ¬¬’
os suplementos do ano parecem ser tematicos , acho que vai ser assim ano que vem tambem, esse ano creio que o tema seja lugares por isso o suplemento de cidades para vampiro e o lugares misteriosos, ou algo do tipo .
livro de antagonista, livro ambientação do basico,ambientasão de um titulo especifico.
=P
Junho 19th, 2008 at 17:39
Se o Arcadia Team terminar a tradução de Changeling ainda este ano (coisa que, segundo o responsavel pela tradução, deve sair em uns 4 meses), é quase certo que a Devir NÃO põe ele nas prateleiras com seu logo.
Vou pelo Promethean, não só pela sua tradução em andamento, mas porque, o D3 tinha comentado um tempo atrás que ele foi mais pedido do que Mage… logo…
Junho 19th, 2008 at 18:07
Eu não contaria com nenhuma das duas lógicas que tu usou. Releia todos os comentários.
Eu diria que grupos de tradução, hoje, têm peso zero - até porque na maior parte dos casos, essas traduções não soam nada profissionais, mesmo quando são razoáveis.
Junho 19th, 2008 at 20:05
Eu sou totalmente contra grupos de tradução que traduzem livros que vão (ou iriam) sair em português mas alguns grupos de tradução (os principais de linhas da White Wolf especialmente) tem uma qualidade que pra mim como leitor dos livros da Devir parece no mesmo patamar… tem tantos erros e termos esdrúxulos quanto os oficiais.
Mas é a minha opinião.
Junho 19th, 2008 at 20:51
Sinceramente, concordo com o Sooner… por mais que saia traduzido na net, a devir não vai se curvar… ao menos seria tolice dela…
Pode até fazer uma edição limitada, igual com Ritos, o que acho q deveria acontecer com todos os jogos do estilo (promethean/changelings/hunter/futuros…)
Junho 19th, 2008 at 22:25
Também não contaria com a lógica, como o Fábio disse.
Mesmo quando um grupo de tradução opera de forma “profissional” (no sentido de ser competente, não de cobrar por isso porque aí seria um crime bem sério), ele não tem a OBRIGAÇÃO de fazê-lo.
Eu já vi o funcionamento de alguns desses grupos e gostaria de opinar que me parecem bem diferentes uns dos outros… alguns têm controle de qualidade e boa comunicação entre os membros para evitar erros de concordância interna, problema muito provável quando um sujeito diferente traduz cada capítulo e esses padrões não são obedecidos. Já outros evitam isso completamente.
Eu trabalho, sim, com traduções livres, mas sem grupo nenhum, sem nenhum prazo, e quase sempre, especialmente hoje em dia, só para uso do meu grupo e amigos próximos (já que fica muito difícil alguém mestrar um jogo em inglês quando só o Narrador sabe inglês; dá pra fazer, mas se o Narrador traduz pontos-chave, tudo fica mais fácil).
Até hoje o único livro que me propus a traduzir todo, para uso desse gênero, foi Promethean. Chegaram a me propor entrar em grupo de tradução mas no fim das contas optei por não fazê-lo, por vários motivos. Uma das razões por querer traduzir Promethean foi não só a paixão pelo jogo, mas o fato de que ele tem regras muito precisas e usadas constantemente em jogo (o capítulo 3, que eu fiz questão de traduzir, mostra isso); e uma coisa que gera discussões e dúvidas sempre é material daquele tipo, daí a necessidade minha de tradução. Como parei temporariamente de narrar Prometéico, a tradução também parou. E lá ficará até eu ter alguma necessidade pessoal ou um relâmpago de mudar alguma coisa ali (como a história do [REDACTED] [*]! Valeu, Fábio).
Depois desse devaneio, esse “peso zero” é o que prova que essas traduções não prejudicam em nada as vendas dos livros…
Discussões sobre direitos autorais à parte, claro.
[*] EDITADO PELO CRIADOR DO BLOG!
Meus agradecimentos ao Arthur pela compreensão e por debater este termo de Promethean comigo…
Junho 19th, 2008 at 22:26
Quanto ao enigma: vai que não se trata de um livro básico, pessoal.
E, se for, duvido que seja Hunter.
Junho 19th, 2008 at 22:29
E da série Comentários Triplos:
Conjectura:
Se a Devir pretender traduzir livros de séries fechadas como Promethean e Changeling, será que traduzirá toda a série em si?
Ou seja, saindo um Promethean, veríamos todos os quatro suplementos? Isso pra mim é um questionamento razoável, já que muito é deixado de fora do livro básico, para ser colocado nos suplementos, a meu ver, justamente por serem séries fechadas. E Pandora’s Book pra mim é um exemplo perfeito dessa constatação…
Junho 20th, 2008 at 10:19
Rs, sabia q vc ia editar! kkkk
Pra isso que os comentários são moderados, rsrsr
Pazuzu, eu sinceramente não concordo muito com sua descrição das traduções da Devir, hoje em dia, não… pelo menos no que tange à parte do Mundo das Trevas.
Do resto não posso opinar. Mas também não é bom ignorar o passado e ser um Pumbaa total…
Junho 20th, 2008 at 11:25
Também acho que a Devir sofre com o passado nesse sentido; hoje a tradução é muito melhor do que era, e mais profissional do que a da maioria dos tais grupos, mas a fama da Devir a precede.
Não é de espantar, considerando que o próprio novo Mundo das Trevas saiu com dois anos de atraso - e mais especificamente, o público também está até hoje assimilando a mudança, 4 anos depois. A mudança de qualidade da Devir nesse aspecto também deve demorar pra ser assimilada.
Se não achasse isso tudo acima, não teria aceitado fazer traduções pra eles. Até porque não sou muito experiente nessa área e não iria gastar tempo livre (eu tenho emprego fixo já) se não fosse me acrescentar alguma coisa.