
Direto do Fórum da White Wolf.
Abre aspas:
Legacies…
Ironicamente, esta seção abre dizendo que o Free Council não se sente confortável, em geral, no que concerne as Legacies, já que elas são difíces de se entender sem abraçar o misticismo das Ordens Atlantes, na maioria dos casos. O texto segue descrevendo como o Free Council tem poucas Legacies associadas; muitas Legacies são mais antigas do que a própria Ordem e elas não gostam de chamar atenção para o quanto elas devem às Ordens Atlantes uma certa quantidade de seu conhecimento e sabedoria.
O livro não perde muito tempo discutindo tudo isso de qualquer maneira, embora menções são feitas do tempo em que dúzias de Legacies pipocavam nos dias iniciais do Free Council. Era uma febre do individualismo reinante se desvencilhar do estabelecido e tentar formar sua própria Legacy, e como a maioria surgiu mais por orgulho e moda do que por sabedoria, muitos magos se encontraram presos pelo resto da vida a almas desoladas. Quase todas as Legacies fundadas neste período desapareceram. Um monte de Libertinos hesitam em se juntar a uma Legacy por causa desse passado, e frequentemente procuram tutores fora da Ordem por isso - além de ser uma oportunidade de demonstrar respeito pelo que veio antes, mesmo enquanto tentam olhar para o futuro.
Há uma lista com algumas das Legacies dos livros The Sublime e The Ancient, com uma frase ou duas sobre a maioria, embora não todas elas. Basicamente, a lista explica porque estas Legacies poderiam ser apropriadas para um personagem Free Council (embora os Forge Masters não estejam presentes, estranhamente).
As três Legacies no livro são The Blank Bagdes, Cryptologos e Imagineers. Os Badges remontam ao tempo em que o Free Council era conhecido como os Nameless, iniciados como uma cabala de magos que era fanaticamente devotada à derrubada da Mentira e todos que a suportam, tendendo mais ao lado dos rebeldes mais estereotipados. Os membros preferem ser discretos e são adeptos de se esconder em plena visão, e também se preocupam com a possibilidade do Free Council estar se tornando parte do “sistema”, e portanto, se sentem sendo jogados a escanteio, longe do centro do movimento.
Os Cryptologossão fortes no estudo de linguagem, particularmente High Speech como seria de se esperar, que eles acreditam ser uma espécie de linguagem-raiz, mas não como uma prova da existência da Atlântida. Eles vêem High Speech como uma linguagem pura, que não apenas confere poder sobre a percepção e a definição da realidade, mas sobre a própria realidade. Para eles, a Queda aconteceu quando High Speech foi substituída pela variedade de linguagens hoje encontrada ao redor do mundo, nenhuma delas com o poder de sua predecessora. Apesar de não termos visto nenhum outro grupo em especial focando no assunto, a Legacy parece ser o grupo com o maior conhecimento atual no que concerne a High Speech.
Os Imagineers… Não sei muito bem como descrevê-los. Seus Attainments lidam bastante com os Planos Astrais e expansão da mente. Eles parecem lidar bastante com criatividade e inovação. São fortes em imaginação.
Além disso, eis alguns trechos do Glossário.
Diamond Mages: Em primeiro lugar, não se trata de um termo do glossário realmente, mas aperece mais do que algumas vezes e por isso merece menção. Basicamente, este é um dos termos neutros que podem ser usados para descrever membros das Ordens Atlantes.
Metropolis, A: (n., 1900s, jargão) A Cidade Desperta utópica que os magos do Free Council esperam construir no futuro; a Atlântida Libertária, a existir apenas no futuro. “Não é assim que isto irá ser feito em Metropolis”.
Libertino: (n. ou adj., tradicional) Qualquer mago com uma visão de mundo, filosofia pessoal ou atitude individual que é compatível ou amigável com o Free Council. Embora comumente usada para descrever magos que realmente pertencem à Ordem, este termo pode também se referir a qualquer mago que pense ou aja de maneira congruente com a filosofia do Free Council. Raramente, Libertino também é usado para se referir a qualquer mago jovem, liberal ou igualitário. “O Free Council e todos os magos Libertinos na cidade estarão na Assembléia de hoje à noite.”
Tapa: (v. ou n., 1990s, gíria) Invocar um Paradoxo; o próprio Paradoxo. “A última coisa da qual me lembro é tentar ativar esta magia quando eu levei o tapa”, ou “Ele nem mesmo conjurou-a antes do tapa vir”.